General Mills · Supply Chain
Implantação do TMS: um go-live sem parar a operação
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impacto no faturamento durante o go-live
Contexto
Trocar o sistema que move a operação de transporte de uma indústria de alimentos não é um projeto de tecnologia: é uma mudança simultânea de processo, de rotina e de relação com terceiros. O escopo alcançava cerca de 70 colaboradores diretamente e mais de 100 transportadoras, cada uma com seu próprio jeito de trabalhar. Uma falha no go-live apareceria como caminhão parado e pedido não entregue.
Meu papel
Líder de change management da iniciativa, do diagnóstico de impacto ao hypercare pós go-live, sentada à mesa com a gestão do projeto como a voz de RH.
O que eu fiz
- Análise de impacto por área e por função, para saber exatamente quem mudava o quê no dia seguinte ao go-live.
- Mapeamento e engajamento de stakeholders, incluindo as transportadoras, que não são funcionários e não respondem a comunicado interno.
- Estratégia e plano de comunicação com linguagem separada para cada público afetado.
- Desenho e execução do plano de treinamento das equipes envolvidas.
- Readiness assessment antes da virada, para decidir com dado e não com sensação se a operação estava pronta.
- Formação e condução da rede de champions, que sustentou o suporte de primeiro nível na virada.
- Suporte ao go-live e acompanhamento do hypercare, com métricas de adoção.
Resultado
O go-live aconteceu sem interrupção da operação e sem impacto no faturamento. O projeto reorganizou aproximadamente 30% da estrutura da área e redefiniu o modelo de trabalho de cerca de 30 profissionais, com ganho de experiência do cliente e mais agilidade na decisão logística.